Category: Ambientes Virtuais Aprendizagem

Balanço Final – história digital

Ao realizar esta atividade aprendi a fazer uma história digital.
Nunca tinha realizado vídeos anteriormente, como também nunca tinha feito uma “storytelling”, a qual achei muito útil para no futuro aplicar no processo ensino aprendizagem.
Ao realizar o vídeo, tentei seguir, as orientações dadas para a Digital Storytelling (os sete passos a seguir). Utilizei o MovieMaker, que não conhecia, para a montagem do vídeo, penso que não utilizei todas as suas potencialidades, porque não tive tempo de explorar mais a fundo. Utilizei imagens e música com licenças CC é, sem dúvida, a maneira correta de fazer as coisas, mas exige muito tempo a pesquisar.
Fiquei satisfeito ao fazê-lo.

Digital Stroytelling

Contar histórias foi sempre uma prática significativa ao longo da história da humanidade, mas os meios através dos quais as histórias foram contadas evoluiu com cada civilização. As histórias foram sendo contadas primeiro oralmente, mais tarde passaram a ser escritas em livros (contos, etc.) depois seguiram-se os jornais, a televisão e hoje em dia, é através da internet que as histórias se contam digitalmente, ou seja, o chamado Digital Stroytelling.
Este conceito consiste grosso modo na combinação da arte de contar histórias aplicada num contexto multimédia, consistindo num vídeo curto que recorre a imagens, som e vídeos para narrar uma história. Para que as narrativas digitais sejam bem conseguidas é necessário que alguns elementos estejam subjacentes (presentes) às mesmas. Assim nas narrativas digitais o texto deve ser formado por um “script” que pretende passar ao leitor algum conhecimento agregado, seja sobre a vida de personagens ou até sobre um conteúdo didático, que se pretende trabalhar. Para além disto é também importante, a existência de um autor / narrador, a voz deste, a música de fundo, a economia de recursos e ainda o fator tempo.
Concluo, ao afirmar que as narrativas digitais são acima de tudo uma forma de criar um ambiente facilitador da aprendizagem.

Recentemente temos nos deparado com um aumento significativo do acesso e participação na educação, por via dos recursos educativos abertos. Cada vez amis criadores de recursos educativos estão a aderir ao Criative Commons a fim de distribuir os seus trabalhos de forma aberta na internet. Nesse sentido, as licenças Criative Commons apresentam vantagens competitivas que as tornam numa das ferramentas mais capazes de desenvolver e melhorar os recursos educativos por parte dos autores, já que possibilitam um desenvolvimento continuo. A maior vantagem das licenças Criative Commons é a reconciliação da tecnologia com os direitos de autor. Estas permitem ampliar a circulação da obra e possibilitam copiar, distribuir e reutilizar todo o conteúdo desde que lhe seja dado o devido valor. Outra vantagem das licenças Criative Commons é que permitem transformações, dado que possibilitam a tradução de recursos educativos em várias línguas, logo são fundamentais para a “cultura colaborativa”. Face ao exposto, e em jeito de conclusão, as Criative Commons são uma mais valia para a cultura humana e uma oportunidade que nos permite ter acesso ao saber, aprender e colaborar com os outros.

Manuel Lousa

Rascunho para Storyboard

Storyboard
A experiência de ser estudante online na Universidade Online

Há alguns meses atrás pensei (Imagem)
como melhorar profissionalmente? (Imagem)
como melhorar os meus conhecimentos? (Imagem)
como manter-me atualizado? …..(Imagem)
Foi então que na Biblioteca Municipal do Sabugal me deparei (Imagem)
com um cartaz da Universidade Aberta que publicitava cursos de mestrados (Imagem)
entusiasmei-me e inscrevi-me e tornei-me aluno da Universidade Aberta (Imagem)
deparei – me perante um contexto de ensino/ aprendizagem com características específicas, ao qual tive de me adaptar.
Passado algum tempo, aprendi a viver com este tipo de ensino,
mediado pela tecnologia,
onde o professor e aluno não partilham o mesmo espaço físico, nem temporal.
Onde o espaço é fundamentalmente comunicacional, não-físico,
Em que a sala de aula é virtual e não uma réplica da sala de aula presencial;
Em que o tempo é planeado e flexível;
No qual a relação e o trabalho com os colegas e professor é feita através de um ambiente virtual;
Onde se discute nos fóruns,
Em que há a possibilidade de ler mensagens,
comunicar ideias e perspetivas,
saber discutir as ideias dos outros,
apoiar os outros,
questionar,
usar a comunicação assíncrona;
Neste ensino assumi, um papel ativo e autónomo no meu percurso de aprendizagem, enquadrado num grupo que tem a possibilidade de beneficiar do apoio e da retroação de outros indivíduos.
o aluno on-line é aquele que “aprende aprendendo”, através de um processo de autogestão crescente do saber, com base na autonomia, na responsabilidade e no compromisso face à sua formação.
Neste momento em que me encontro a percorrer esta nova etapa do meu percurso profissional ficam algumas questões em aberto.
Música: Project Divinity – Ethereal Awakening

Afinal o que é Digital Stroytelling? Porque devo usar as licenças Criative Commons?

Contar histórias foi sempre uma prática significativa ao longo da história da humanidade, mas os meios através dos quais as histórias foram contadas evoluiu com cada civilização. As histórias foram sendo contadas primeiro oralmente, mais tarde passaram a ser escritas em livros (contos, etc.) depois seguiram-se os jornais, a televisão e hoje em dia, é através da internet que as histórias se contam digitalmente, ou seja, o chamado Digital Stroytelling.
Este conceito consiste grosso modo na combinação da arte de contar histórias aplicada num contexto multimédia, consistindo num vídeo curto que recorre a imagens, som e vídeos para narrar uma história. Para que as narrativas digitais sejam bem conseguidas é necessário que alguns elementos estejam subjacentes (presentes) às mesmas. Assim nas narrativas digitais o texto deve ser formado por um “script” que pretende passar ao leitor algum conhecimento agregado, seja sobre a vida de personagens ou até sobre um conteúdo didático, que se pretende trabalhar. Para além disto é também importante, a existência de um autor / narrador, a voz deste, a música de fundo, a economia de recursos e ainda o fator tempo.
Concluo, ao afirmar que as narrativas digitais são acima de tudo uma forma de criar um ambiente facilitador da aprendizagem.

Recentemente temos nos deparado com um aumento significativo do acesso e participação na educação, por via dos recursos educativos abertos. Cada vez amis criadores de recursos educativos estão a aderir ao Criative Commons a fim de distribuir os seus trabalhos de forma aberta na internet. Nesse sentido, as licenças Criative Commons apresentam vantagens competitivas que as tornam numa das ferramentas mais capazes de desenvolver e melhorar os recursos educativos por parte dos autores, já que possibilitam um desenvolvimento continuo. A maior vantagem das licenças Criative Commons é a reconciliação da tecnologia com os direitos de autor. Estas permitem ampliar a circulação da obra e possibilitam copiar, distribuir e reutilizar todo o conteúdo desde que lhe seja dado o devido valor. Outra vantagem das licenças Criative Commons é que permitem transformações, dado que possibilitam a tradução de recursos educativos em várias línguas, logo são fundamentais para a “cultura colaborativa”. Face ao exposto, e em jeito de conclusão, as Criative Commons são uma mais valia para a cultura humana e uma oportunidade que nos permite ter acesso ao saber, aprender e colaborar com os outros.